Poesia

[Livro] Antologia Poética

Sinopse:

Este livro reúne a maior e a melhor parte da obra de um dos grandes poetas
do Brasil.

Vinicius de Moraes nasceu no Rio, em 1913, aqui se formou em Direito e
entrou, por concurso, para a carreira diplomática. Serviu durante quatro anos no
consulado brasileiro em Los Angeles e está no momento como secretário de nossa
embaixada em Paris. Seu primeiro livro foi O caminho para a distância, do qual
pouco aproveitou nesta seleção, seguindo-se Ariana, a mulher e Forma e exegese,
com o qual conquistou o Prêmio Felipe de Oliveira. Publicou a seguir Novos
poemas, Cinco elegias, Poemas, sonetos e baladas e Pátria minha que firmaram
seu nome, no consenso da crítica, como o melhor poeta da turma que hoje entra
pela casa dos quarenta. Alguns desses livros foram feitos em edições limitadas;
todos estão há longo tempo esgotados, o que faz com que grandes admiradores
de Vinicius de Moraes conheçam apenas uma pequena parte de sua obra. Esta
seleção, feita pelo próprio poeta com a ajuda de amigos – principalmente Manuel
Bandeira – adquire, assim, uma grande importância, pois possibilita um estudo
da evolução do poeta e a admiração do que ele tem feito de mais alto e melhor.

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[Livro] Poemas Malditos

Sinopse:

Vagabundo

Eu durmo e vivo no sol como um cigano,
Fumando meu cigarro vaporoso,
Nas noites de verão namoro estrela;
Sou pobre, sou mendigo, e sou ditoso!
Ando roto, sem bolsos nem dinheiro;
Mas tenho na viola uma riqueza:
Canto à lua de noite serenatas,
E quem vive de amor não tem pobreza.

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[Livro] Lira dos Vinte Anos

Sinopse:

Mergulhado no spleen byraniano e conscientemente baseado na contradição, descrente e derrotado, escreveu na Lira dos Vinte Anos os poemas mas significativos de sua obra poética. A metrificação sempre variada, mas imperfeitas, ritmos alucinantes comprovam que a liberdade criativa baseada na emoção, característica do Romantismo, haveria de ser respeitada.

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[Livro] Fernando Pessoa - Por Ele Mesmo

Sinopse:

"O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm."

"E ao imenso e possível oceano
Ensinam estas Quinas, que aqui vês,
Que o mar com fim será grego ou romano:
O mar sem fim é português."

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[Livro] O Marinheiro

Sinopse:

Um quarto que é sem dúvida num castelo antigo. Do quarto vê-se que é circular. Ao centro ergue-se, sobre uma mesa, um caixão com uma donzela, de branco. Quatro tochas aos cantos.

À direita, quase em frente a quem imagina o quarto, há uma única janela, alta e estreita, dando para onde só se vê, entre dois montes longínquos, um pequeno espaço de mar.

Do lado da janela velam três donzelas. A primeira está sentada em frente à janela, de costas contra a tocha de cima da direita. As outras duas estão sentadas uma de cada lado da janela. É noite e há como que um resto vago de luar.

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[Livro] Obras Poéticas

Sinopse:

“Trago dentro do meu coração,
Como num cofre que se não pode fechar de cheio,
Todos os lugares onde estive,
Todos os portos a que cheguei,
Todas as paisagens que vi através de janelas ou vigias,
Ou de tombadilhos, sonhando,
E tudo isso, que é tanto, é pouco para o que eu quero.”

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[Livro] Mensagem

Sinopse:

A principal obra de "Pessoa ele-mesmo" é Mensagem, uma coletânea de poemas sobre os grandes personagens históricos portugueses. O livro foi, também, o único a ser publicado enquanto foi vivo.

Na obra, Fernando Pessoa expressou por outras palavras a necessidade de provocar, de lutar contra as adversidades, de não ter medo de ir contra a corrente e de defender o que se acha justo e perfeito: “Para passar o Bojador / Há que passar além da dor / Deus ao mar o perigo e o abismo deu / Mas também foi nele que espelhou o céu.”

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[Livro] Eu e Outros Poemas

Sinopse:

Em linhas gerais, 'Eu e Outras Poesias' representa a soma de todas as tendências e estilos dominantes desde o final do século XIX até o início do século XX. Em outras palavras, sua obra recebe influência do Parnasianismo, do decadentismo, do Simbolismo e ainda antecipa uma série de características modernistas. Em face disso, podemos dizer que, na realidade, Augusto dos Anjos não se filiou, com exatidão, a nenhuma escola em particular, produzindo, desse modo, uma obra múltipla e personalíssima [até mesmo com um vocabulário naturalista ].

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[Livro] Poema Sujo

Sinopse:

A obra, escrita durante o Regime Militar que colocara no exílio grande parte da intelectualidade brasileira, foi inicialmente lida pelo autor, na casa de Augusto Boal em Buenos Aires, no ano de 1975, a pedido do poeta Vinicius de Moraes - que gravou o recital e, a partir daí, promoveu uma série de recitais onde os versos eram ouvidos por platéias ecléticas.

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